Quorum é a casa do Kaôki

setembro 8th, 2016 by Quorum

Já faz muito tempo que o estúdio é berço de muita banda boa daqui de São Paulo. E agora pra não fugir da regra a banda Kaôki também mora no Quorum.

http://kaoki.com.br

fota

 


Dirty Loops

abril 22nd, 2013 by Quorum

Trio fazendo cover de Adele, e dando sua própria cara…..


Gravação Mobilis Stabilis com Eduardo Ardanuy

outubro 10th, 2012 by Quorum

Gravação Mobilis Stabilis

Eduardo Ardanuy no Estúdio Quorum gravando com o Mobilis Stabilis na música Célula Tronco do CD Andando no Arame.


Cake: a doçura irreverente

março 28th, 2012 by Quorum

 

Cake é uma banda comumente rotulada como Rock Alternativo. Entretanto, dá para sentir vertentes variadas ao ouvir esse som de letras irreverentes, embaladas pelo típico trompete de Vince DiFiore e a voz peculiar e inconfundível de John McCrea. Seja bem-vindo ao mundo de Cake, banhado de funk, ska, pop, jazz, rap e country.

A abordagem irônica já rendeu à banda alguns hits, como “The Distance”, “Short Skirt / Long Jacket”, tema de abertura do seriado televisivo “Chuck”, “Never There”, a excelente versão do clássico “I Will Survive”, de Gloria Gaynor e tantas outras. Permeando toda a obra, as diferentes afinações da guitarra, a voz ora falada, ora cantada e tiradas únicas. Afinal, não é qualquer banda que constrói uma religião, como os caras fizeram em “Comfort Eagle”. E mesmo assim, a beleza e a poesia não ficam de fora. “End of the Movie”, “Mexico”, “Take It All Away”, “Wheels” e outras mostram sentimento e provam que até mesmo os irreverentes amam e sofrem.

Criada em 1992 por John McCrea (vocalista e compositor), a banda contava, em sua formação original, com o guitarrista Greg Brown, o trompetista Vince DiFiore, o baixista Sean McFessel, e o baterista Frank French. McFessel foi substituído por Gabe Nelson. Em 1993, a banda lançava seu primeiro single, “Rock ‘n’ Roll Lifestyle”, e seguiu-o de forma local com o independente “Motorcade of Generosity”, que, após contrato, foi lançado nacionalmente pelo revivido selo Capricorn. Com a perspectiva de fazer uma turnê nacional extensa, tanto Gabe Nelson como Frank French deixaram a banda e foram substituídos pelo baixista Victor Damiani e pelo baterista Todd Roper. Também relançado pelo Capricorn, “Rock ‘n’ Roll Lifestyle” agradou na rádio da faculdade em 1995. Logo depois, vieram mais dois singles: “Ruby Sees All,” e “Jolene”.

O segundo álbum do Cake, “Fashion Nugget”, foi lançado em 1996, figurou entre os Top 40 e vendeu mais de um milhão de cópias. No ano seguinte, Greg Brown e Victor Damiani formaram o Deathray, um grupo de influência new-wave, que lançou seu álbum de estreia em 2000 pelo Capricorn. Enquanto isso, McCrea considerou brevemente colocar o Cake para descansar, mas trouxe o baixista Gabe Nelson de volta para substituir Damiani.

Para o próximo álbum, McCrea usou uma procissão de guitarristas TOPs – Xan McCurdy, Rusty Miller, Tyler Pope, Chuck Prophet, Jim Campilongo e Greg Vincent – e o resultado, “Prolonging the Magic”, foi lançado em 1998. Fiel ao seu título sarcástico, ele desafiou a opinião crítica para produzir outro grande hit das rádios alternativas, feito atingido em “Never There”, mas decentemente bem sucedido também em “Sheep Go to Heaven” e em “Let Go”.

“Prolonging the Magic” vendeu tão bem quanto “Fashion Nugget” e também foi disco de platina. Para a turnê, um dos guitarristas do álbum, Xan McCurdy, juntou-se oficialmente ao Cake em tempo integral. Na primavera de 2000, a banda assinou um novo contrato com a Columbia e estreou em 2001 com seu quarto álbum, Comfort Eagle. Após a conclusão da obra, o baterista Todd Roper deixou o grupo para passar mais tempo com seus filhos e foi substituído na turnê por Pete McNeal.

“Pressure Chief” surgiu em 2004. Redefinindo o significado de indie, a banda gravou em um estúdio totalmente alimentado por energia solar. “Car after bus after car after truck, after this my lungs will be so fucked up”, trecho de “Carbon Monoxide” traz palavras que evidenciam o feeling sustentável desse álbum.

O que se seguiu foi um jejum de sete anos, encerrado com o lançamento de “Showroom of Compassion”. Em entrevista para o Sacramento News, McCrea revelou que a música de Showroom… iria variar de “canções de rock agressivas” para “composições pseudoclássicas estranhas”. Além disso, ele permitiu piano e reverb nas gravações.

Mas música é o que interessa, não é mesmo? Então escuta aí!

 

Never There

 

Short Skirt | Long Jacket

 

The Distance

 

Long Time

 

I Will Survive

 

Frank Sinatra

 

Take it All Away

 

 

Curtiu? Olha só a discografia!

 

Fontes: Wikipedia, All Music e site Cake.


Eternamente Blues

fevereiro 22nd, 2012 by Quorum

A origem negra e ligada à escravidão provoca o tom melancólico e sofrido do blues, tônica hoje substituída por assuntos igualmente doloridos. Em qualquer lugar do mundo, mulheres, dor de cotovelo, solidão, saudades e, claro, bebida, permeiam as letras. Depois de sofrer a “eletrificação” e certa “urbanização temática” para ganhar fôlego em plateias maiores, o ritmo ganhou o mundo: T-Bone Walker, Muddy Waters, Howlin Wolf, B.B. King, John Lee Hooker e Willie Dixon tornariam famoso o que conhecemos por Chicago Blues.

Com o fim da Guerra Civil Americana, o caminho estava aberto para que o blues influenciasse outros ritmos, como o rock, o pop e o soul. Ironicamente, para realmente ganhar o público norte-americano, foi preciso dar uma volta: os britânicos primeiro se apaixonaram, se inspiraram, produziram e trouxeram para os EUA criações e recriações que finalmente ganhariam as massas. Rolling Stones, por exemplo, fez uma versão do clássico “Little Red Rooster”, de Willie Dixon, que alcançou o topo das paradas britânicas em 1964. O Led Zeppelin também tem a sua adaptação de “When the Levee Breaks”, do casal Kansas Joe McCoy e Memphis Minnie, criada em 1929 para falar da Grande Enchente do Mississipi de 1927. “Cross Road Blues”, de Robert Johnson, foi regravada por Eric Clapton.

E o mundo abraçou o blues… “Mannish Boys”, de Muddy Waters, ganhou versões dos Rolling Stones e de Jimi Hendrix. O Nirvana regravou “Where Did You Sleep Last Night?”, de LeadBelly. “Fever”, de Little Willie John, também foi executada por Elvis Presley, Beyoncé e Madonna. Bo Diddley teve seu clássico “Who Do You Love?” regravado por The Doors e The Jesus and Mary Chain.

No Brasil, a cena inclui nomes como Blues Etílicos, Nuno Mindelis, Velhas Virgens, Bêbados Habilidosos, Solon Fishbone, André Christovam, Celso Blues Boy, Big Allanbik, Baseado em Blues, Big Chico Blues Band, Bartenders, Mister Jack, O Bando do Velho Jack etc. Para fazer parte desse elenco com direito a tapete vermelho, o Caviars Blues Band lança em breve seu novo álbum, Merlot. Aguarde!

“Little Red Rooster”, de Willie Dixon, por Rolling Stones

 

 

“When the Levee Breaks”, do casal Kansas Joe McCoy e Memphis Minnie

 

 

“Mannish Boys”, de Muddy Waters, por Jimi Hendrix

 

 

E, para finalizar, conhece a lenda de Robert Johnson? Confira essa animação ao som de seu clássico “Cross Road Blues”.

 

Fontes: How Stuff Works
Wikipedia